quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Caminhar é preciso

Voltei com o entusiasmo à procura de um curso para aprimorar meus conhecimentos. Quanto mais avanço na técnica mais conhecimento acadêmico vem sendo exigido. Preciso aprender novas ferramentas e melhorar o aprendizado das antigas. Ao mesmo tempo que estou retornando a pilotar minha moto procuro desenvolver habilidades que serão úteis em todos os setores da minha vida. Só que infelizmente não posso pagar os cursos que gostaria de fazer, então vou sobrevivendo com os tutoriais do youtube e da ajuda de meus colegas nos grupos de whatsapp que participo. a tecnologia da informação e comunicação segue lado a lado comigo, não tem como reduzir isso, a minha profissão exige que eu conheça o mundo virtual e desfrute do conhecimento que ele oferece. Minha Merida é uma tecnologia que me ensina muito. Ela me ensina a vencer o medo, me ensina a ter responsabilidade e conduta ética. Comecei a conhecê-la e a reconhecê-la. A moto me mostra o caminho do conhecimento, é uma flecha e eu sou o seu arco.

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Ei moça, pare com isso!

Ouvir as opiniões alheias sobre um assunto que toca a sua ferida num primeiro momento te faz sofrer, te faz ficar numa espécie de luto. Durante 3 dias fiquei de luto, mas aprendi que a cada sentimento negativo que aparece troque-o por um positivo que redireciona o seu foco. É o que estou fazendo agora.

Felicidade e redes sociais

Assista o vídeo palestra do professor Leandro Karnal que faz uma excelente reflexão sobre o assunto.






quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Diário de uma sobrevivente

Hoje eu troquei o nome diário de uma sobrevivente por caminhos da Credelania. A palavra sobrevivente refere-se ao seriado e quadrinhos The Walking Dead. Estou esclarecendo novamente isso pois ouve muita má interpretação mesmo eu já ter explicado isso no facebook , twitter e google mais. Eu adoro The Walking Dead e me sinto parte desta história.

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Olhos que não vêem

Na sexta-feira passei por uma cirurgia de crosslink por causa do problema que tenho na córnea. Basicamente é uma cirurgia tranquila se comparada com outras de maior gravidade. Mas durante o procedimento, tive uma agonia muito grande, quase me deu pânico por causa da escuridão total que aconteceu devido a substância que era colocada em meus olhos de três em três minutos. Só me acalmei por causa da médica que pegou a minha mão e começou a me tranquilizar. Hoje estou com muito embaçamento e a visão parece torta, estou escrevendo com ajuda. Não quis esperar muito tempo pois poderia esquecer de alguns detalhes.  Passado essa fase retornarei ao hospital para a realização do mesmo procedimento porém no olho direito. Estou muito ansiosa pois acabou atrapalhando o meu treino na moto.
Segue abaixo o link explicando a cirurgia:
http://www.iorj.med.br/cross-link-de-cornea-cxl/

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

O domínio da tecnologia comandada por mim mesma

Boa tarde.

O domínio da tecnologia principalmente  tem se baseado através de experimentação e estudos. A curiosidade também é importante, mas as dificuldades e os problemas te incitam a procurar melhores alternativas para resolução. Nada vem de graça, você tem que ir atrás, abrir a sua boca, abrir os seus olhos usar as suas mãos. Busque que você encontrará.

domingo, 10 de julho de 2016

Moto e paixão, como tudo começou

Meados dos anos 90, quando comecei a frequentar a faculdade senti a necessidade de utilizar um transporte que facilitasse um pouco a correria do dia a dia. Estava cansada de usar transporte público e principalmente  de depender de carona alheia. A minha carta de motorista tirei em 1992 mas não tive apoio para dirigir . A habilitação de moto tirei em 1998 quando tinha comprado uma Dream da Honda semi nova, andava com ela pelo meu bairro enquanto a habilitação oficial não vinha. Uma colega que trabalhou comigo na prefeitura de Diadema tinha uma Dream azul, de vez em quando a via pilotando pra lá e pra cá, fiquei animada. Adquiri a minha Dream vermelha e com ela a minha liberdade. Odeio embreagem por isso que me identifico com esses tipos de moto com pouca cc. Em meados de 2000, quase sofri um acidente na Rudge Ramos e com ele foi embora toda a minha coragem. Voltei a dirigir o carro e desde então fiquei com essa habilidade adormecida. Porém de 2015 até agora estou tentando reviver a minha coragem pilotando a Intruder 125.  Não estou segura emocionalmente para pilotar em longas distâncias , mas estou tentando e em passos de formiguinha. Meu esposo é um grande incentivador e apoia minhas decisões. Vou devagar até readquirir  liberdade perdida.

Sugestão de reportagem sobre motos para mulheres que estão iniciando nessa aventura.
http://g1.globo.com/carros/dicas-de-motos/noticia/2014/03/veja-10-motos-para-mulheres-que-querem-comecar-pilotar.html